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ENTREVISTA

 

 

[ENTREVISTA] Claudianne Diaz lança romance baseado na história do Brasil

 

[A Prisioneira das Sombras - Um Romance Histórico]

 

 

Faça um pequeno resumo sobre sua trajetória de escritora.

Desde muito cedo eu comecei a criar histórias. Lembro-me que no terceiro ano do primário, eu inventei uma história sobre os cabos de vassouras. Minha professora achou o máximo e muito interessante. Acredito, que está no sangue aquela bruxa que tanto me encontro. Mas, comecei a levar a sério em 2011. Meu primeiro Romance publicado foi em 2014 “A Magia dos Sonhos” depois, consegui manter uma rotina de escrita e as portas se abriram para novas publicações. Tenho vários títulos publicados em plataformas de auto publicação e apenas três títulos publicados por editora comercial.

Na Amazon são: A Bruxa de Westwood, As Poeiras do Velho Tempo, O Feiticeiro – Raiz mágica em português e espanhol, O carvalho e o Lobo, O Outro Lado do Espelho, Treze Luas, Ventos do leste, Era uma vez um garoto, La vecchia Religione – A bíblia, a Chave e o Punhal, O Espelho Negro da Bruxa Beavor, Lilith – E os Quatro Braços do Mundo, Sonâmbula – Noite de Trevas, Um sonho de Amor, A Oitava Casa e Diário de Uma Feiticeira — A Estaca de Cedro.

A obra O Vale Encantado está disponível pela Editora Amazon em 12 países. Abadon e as Bruxas de Ucayali e A Prisioneira das Sombras – Um Romance Histórico Vol. I pela Editora Ixtlan. Estranho Julgamento, A Magia dos Sonhos e O Vale Encantado está disponível em Clube de Autores.

 

Qual seria a síntese geral do roteiro do livro?

A epítome desse romance reflete eventos históricos. Foi um período de estudo iniciando em 1834 e fechando em 1919 na primeira parte do romance. Todos os eventos são datados com as datas reais e criando outra atmosfera de realidade, tornando uma ficção dentro da realidade. Os acontecimentos reais do livro foram de efeito aos novos personagens. Mas, com aquela realidade da primeira guerra. Desde um período regencial demarcando vários episódios como, a questão religiosa, uma especulação sobre as seringueiras e o extrativismo acendendo suas transformações, a política, a assinatura dos treze generais, o Brasil república, a guerra e sua economia pós guerra, e, é claro com um toque de magia.

 

“Todos os eventos são datados com as datas reais e criando outra atmosfera de realidade, tornando uma ficção dentro da realidade.”

 

Como foi escrevê-lo?

Eu simplesmente estou amando escrever sobre meu país. Existe milhares de eventos na qual deixei passar durante o colegial e estudar sobre a história dessa Nação deixou-me apaixonada. Eu sei que nada foi fácil e nem é, mas, somos lutadores, batalhadores, e não é só as histórias tristes que devemos lembrar, existe centenas de acontecimentos de honras. Merece ser reescrito, formalizado, e se as pessoas pudessem ler novamente uma história recriada dentro dos padrões reais verão que nós, brasileiros somos aguerridos, bélicos e marciais. Somos de uma Nação rica, embora, destroçados pela má fama, mas, somos mais que lutadores, somos lidadores em todos os aspectos.

 

Quais foram suas inspirações para o livro?

Minha maior inspiração foi mergulhar de alma num momento já vivido, sentir o cheiro de uma época e conseguir delinear o sabor dos cafés em grande escala na qual movimentava essa nação. A minha inspiração foi compreender de fato, os milhares de brasileiros que marcaram essa história, a história de um Brasil em transformação em massa, os que deixaram suas honras, seu suor, seu trabalho entre as milhares de plantações que abancaram o teor vigorante dessa pujança.

 

“Eu simplesmente estou amando escrever sobre meu país. Existe milhares de eventos na qual deixei passar durante o colegial e estudar sobre a história dessa Nação deixou-me apaixonada.”

 

Como foi enxergar essa estória? O que ela traz ao público?

Acredito, que a cada dia nós evoluímos e descobrir o que de fato firmou essa Nação entre muitas outras em processo de administração, infraestrutura e socialismo político, cultural e econômico deixou-me quase satisfeita. Porque é difícil ser e viver o papel de um líder num país. As dificuldades são extremas, as ramificações externas geram desconforto e equilibrar tudo numa balança é se tornar um mestre. Não é fácil associar o que restou e suprir todas as necessidades de uma nação inteira danificada por mentes diferentes. Milhares de pessoas tem um diploma enquanto que outros devem estar nos campos. Alguns tem o direito, outros apenas o dever. Esse romance mostra ao público que todos tem o seu valor e que todos dependem de cada um para que possamos caminhar juntos.

 

Você tem alguma história ou curiosidade interessante para nos contar sobre o livro?

A protagonista Aiyra é uma índia descendente e profundamente me inspirei nela as minhas raízes. Sou de uma família de descendentes nativos indígenas e sei que não foi fácil até porque no início do século os meus antepassados sofriam com a depressão do país. Os imigrantes estavam surgindo e a vida estava em suspense na época da gripe que assolou em 1918. Minha avó materna e que ficou órfã tão cedo, ela fora uma guerreira, uma sobrevivente.

 

Fique à vontade para falar algo que eu não perguntei e que você gostaria de ter dito.

De alguma forma meus personagens ganham vida com o meu humor do dia a dia. Há dez anos eu criei uma rotina de escrita na qual os personagens possam ter aquela sensação de estar em cena. E, de vez em quando, quando estou bem chateada dou um jeito de eliminá-los. A segunda parte do romance terá uma pitada de magia com suspense. E na cronologia da história seguirá de 1920 a 1974. O detetive Romano entrará em ação para descobrir as mensagens que encontra nas cenas dos crimes e posteriormente será publicado num volume único.

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