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ENTREVISTA

Autora Claudianne Diaz diz “viver o personagem” no livro A MAGIA DOS SONHOS [ENTREVISTA]

Confira uma resenha feita para o livro A MAGIA DOS SONHOS pela própria escritora.

"A Sabedoria oculta em outrora foi estímulos dos deuses impiedosos uma forma de matar entre nós; e que qualquer forma de conhecimento não estabelecido entre povos era ocultação de poder. Com isso, os deuses altruístas faziam guerras contra nós para nos exterminar. Assim, não conseguiríamos incumbir com suas destrezas e poderes. Mas, Odim, pai de todos interferiu com outros deuses e dispôs aos menos favorecidos que daria um lugar em seu palácio se colocassem ordem na terra.”

 

Abaixo, confira na íntegra uma entrevista que fizemos com a autora:

 

De onde vem esse fascínio pela magia, tão expressa no livro?

O interesse sobre a magia é real. Talvez, seja por esse o motivo pela qual tudo tomou o rumo de uma história que envolve uma jovem em mergulhar num mundo desconhecido. Tudo torna mais agradável escrever e também viver o personagem como um único ser.

 

Como chegou na história do livro?

Em 2011 quando iniciei meu caminho oculto tudo a minha volta começou lentamente se transformar. Como se as coisas que realmente estavam fora voltassem a fluir e tornar em sua posição original. Comecei a comprar e ler muitos livros esotéricos que foram de certa forma abrindo as portas do mundo literário em minha vida. Porém, eu participava de um grupo fechado de escritores de Campinas que me colocou diretamente em concursos Internacionais. Então, uma vontade enorme de escrever veio à tona. Pouco tempo depois, eu tinha ideias para construir uma personagem parecida comigo. Embora, eu tenha muitas poesias nas quais pretendo publicar. Muitas orações que me ajudaram nesse novo e intrincado mundo peculiar.

 

Como foi seu processo criativo? Quanto tempo você levou para escrever?

Em primeiro lugar eu vivi a personagem. Ela nada mais é do que uma pessoa real. Se trata de ficção, mas bem lá no fundo o drama fora bem sentido. Quando se inicia uma vez, jamais voltamos os mesmos. A viagem astral ou a experiência extracorpórea como o chamam é real e nós podemos trazer coisas maravilhosas desse mundo.

Eu terminei o livro em exatamente oito meses. Não é extenso, mas antes de tê-lo em minhas mãos todo o envolvimento com a magia fora bem sentida e comprometida por mim. Finalizei por não ser permitida a falar mais sobre passagens que muitos não entenderiam ou não estariam preparados.

 

Como foi trabalhar a personalidade da protagonista?

Molda-la foi um prazer. Por ter que se viver numa realidade fixa, muitos autores deixam um pouco esse caminho e se fecha para um mundo totalmente fictício. Aí o que podem chamar de imaginário se torna uma personificação original.

 

E os outros personagens, como foram surgindo?

Bom, como eu adoro a hierarquia dos anjos. Criei uma vida distinta para Sabynne. Ela merecia ser amada. Dizem por aí que amar é profano de forma materialista. Mas, sem o toque nada existiria. E, absolutamente no mundo divino não é diferente.

 

Tem alguma história ou curiosidade interessante que envolva o livro? Fique à vontade para falar o que quiser.

Sim. Há sete anos eu tentei a experiência extracorpórea sem um guia físico. Segui as orientações do livro que lia na época. [O livro completo de bruxaria do Buckland pág. 126]. Eliminei tudo que existia de errado da minha mente, limpei a memória. Bem lá no fundo onde fica guardado todas as poeiras e máscaras para que possamos nos moldar pra uma sociedade.

Às vezes, somos incapazes de jogar toda a sujeira e ser dignos para pisar em outro lugar na qual não pertencemos. Mas, tentei por alguns meses espiar o outro lado.

Muitas coisas nas quais vi jamais poderia explicar. E, se eu dissesse, diriam, mentira. Então, deixo o que eu vi e guardo todos os detalhes para minha própria alma. Pois, bem sei que minha alma jamais duvidaria de tal lembrança. A questão é que os caminhos percorridos depois do puxão que eu levei foram abstratos e reais. Toda a energia e convicção de ambos os lados me projetavam para ouvir e sentir cada pequena força. Uma voz dizia, ouça e siga, não tenha medo. A experiência me fez querer escrever sobre mas, nem tudo me fora permitido.

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ENTREVISTA

 

“Meu irmão é a chave da minha Inspiração”, diz escritora em relação ao seu livro ABADON E AS BRUXAS DE UCAYALI

Como o nome dessa matéria já diz, o irmão da autora, Claudinei Dias, foi peça importante na trajetória entre a escritora e o livro finalizado. Claudianne conta que a história do livro surgiu a partir de muitas conversas com seu irmão, de lembranças, e passagens que a própria vida deixa. 

Em relação aos personagens, ela comenta. “Os personagens são papéis importantes num enredo em enorme transformação. Sara é uma estudante de história e que conhece a magia através de Abadon. O universo que se apresentou à ela deixa-a perplexa e com o passar do tempo se torna uma iniciada. As bruxas encantam o mapa imaginário e aparecem para salvar Abadon que fica confuso entre sua missão e seu amor.”

 

SINOPSE:

“Abadon é herdeiro do Reino chamado Sárvia. Na qual perdura uma maldição que só ele pode quebrar. Os frutos são crepitantes por causa do fogo, então apenas os dragões se alimentam; os outros animais da floresta que comem morrem.

Sem compreender como quebrar a maldição ele conhece Sara e descobre que quando está com ela seu coração se acalma.

O seu lado mau predominante sossega e tudo no reino se transforma.

Diante de sua descoberta ele tem de fazer uma única escolha.

Ficar com a mulher que ama e sua filha e manter seu lado bom para tornar o reino estável; porém, mortal. Ou, voltar a ser um anjo, libertar seu lado predominante e ter a eternidade; porém, deixar Sara e sua filha seguir seu destino.

Ele terá que decidir.”

 

Nós também pedimos para Claudianne montar uma sinopse na visão do protagonista do livro:

Inicialmente mergulhado em suas tristezas e obcecado em mostrar sua real bravura deixaria passar despercebido algo de imenso valor, o amor. Embora, muitos acreditam que seja apenas um estado de espírito, assim, como a vida o é. Mas, imerso nesse mundo que o deixou desconecto pôde compreender que aquele sentimento poderia mudar tudo ao seu redor. Até mesmo sua própria natureza. Os dois lados do homem. Com o amor ele trazia cores pra sua vida. Sem, era apenas um homem tentando viver e esmiuçar tudo da própria vida para que ela lhe trouxesse algo, ao invés da solidão e de levar tudo até o seu legado.

 

CURIOSIDADE 1:

“Antes do livro ser uma mistura de prazer e desafio. Quando somente ainda existia fagulhas de uma preexistência. Eu estava voltando pra casa com meu esposo. E, encontrei meu irmão. Ele com tanto entusiasmo me dizia desse reino que tempo depois eu mesmo compreendi. O livro não existiria sem o alento e perspicácia de alguém que viu algo pronto sem mesmo existir. Pois, existe dois tipos de pessoas no mundo. O que te empurra e o que te segura. Bom, eu tenho a sorte da primeira opção.”

 

CURIOSIDADE 2 (A resposta de Claudianne quando perguntamos “De onde veio o Reino Sárvia, presente no seu livro):

“Diante daquela situação, do amor e da vingança em tentar provar quem realmente ele era por dentro, o que havia em seu coração. Ele que possuía um dual poder. Por ser um anjo que fora expulso e por ter trazido tantas lembranças. Trouxe consigo um mundo aos seus pés. O reino Sárvia foi um lugar criado pela imaginação de vários argumentos. Primeiro, Abadon um anjo guerreiro que com o tempo encontrou a paz ao lado de uma bela mulher. Segundo, Sárvia fora o reino na qual esse amor perduraria. Já que seu mundo era tão peculiar. Um distópico mundo na qual eles se encaixariam.”

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[ENTREVISTA] Claudianne Diaz lança romance baseado na história do Brasil [A Prisioneira das Sombras - Um Romance Histórico]

Faça um pequeno resumo sobre sua trajetória de escritora.

Desde muito cedo eu comecei a criar histórias. Lembro-me que no terceiro ano do primário, eu inventei uma história sobre os cabos de vassouras. Minha professora achou o máximo e muito interessante. Acredito, que está no sangue aquela bruxa que tanto me encontro. Mas, comecei a levar a sério em 2011. Meu primeiro Romance publicado foi em 2014 “A Magia dos Sonhos” depois, consegui manter uma rotina de escrita e as portas se abriram para novas publicações. Tenho vários títulos publicados em plataformas de auto publicação e apenas três títulos publicados por editora comercial.

Na Amazon são: A Bruxa de Westwood, As Poeiras do Velho Tempo, O Feiticeiro – Raiz mágica em português e espanhol, O carvalho e o Lobo, O Outro Lado do Espelho, Treze Luas, Ventos do leste, Era uma vez um garoto, La vecchia Religione – A bíblia, a Chave e o Punhal, O Espelho Negro da Bruxa Beavor, Lilith – E os Quatro Braços do Mundo, Sonâmbula – Noite de Trevas, Um sonho de Amor, A Oitava Casa e Diário de Uma Feiticeira — A Estaca de Cedro.

A obra O Vale Encantado está disponível pela Editora Amazon em 12 países. Abadon e as Bruxas de Ucayali e A Prisioneira das Sombras – Um Romance Histórico Vol. I pela Editora Ixtlan. Estranho Julgamento, A Magia dos Sonhos e O Vale Encantado está disponível em Clube de Autores.

 

Qual seria a síntese geral do roteiro do livro?

A epítome desse romance reflete eventos históricos. Foi um período de estudo iniciando em 1834 e fechando em 1919 na primeira parte do romance. Todos os eventos são datados com as datas reais e criando outra atmosfera de realidade, tornando uma ficção dentro da realidade. Os acontecimentos reais do livro foram de efeito aos novos personagens. Mas, com aquela realidade da primeira guerra. Desde um período regencial demarcando vários episódios como, a questão religiosa, uma especulação sobre as seringueiras e o extrativismo acendendo suas transformações, a política, a assinatura dos treze generais, o Brasil república, a guerra e sua economia pós guerra, e, é claro com um toque de magia.

 

“Todos os eventos são datados com as datas reais e criando outra atmosfera de realidade, tornando uma ficção dentro da realidade.”

 

Como foi escrevê-lo?

Eu simplesmente estou amando escrever sobre meu país. Existe milhares de eventos na qual deixei passar durante o colegial e estudar sobre a história dessa Nação deixou-me apaixonada. Eu sei que nada foi fácil e nem é, mas, somos lutadores, batalhadores, e não é só as histórias tristes que devemos lembrar, existe centenas de acontecimentos de honras. Merece ser reescrito, formalizado, e se as pessoas pudessem ler novamente uma história recriada dentro dos padrões reais verão que nós, brasileiros somos aguerridos, bélicos e marciais. Somos de uma Nação rica, embora, destroçados pela má fama, mas, somos mais que lutadores, somos lidadores em todos os aspectos.

 

Quais foram suas inspirações para o livro?

Minha maior inspiração foi mergulhar de alma num momento já vivido, sentir o cheiro de uma época e conseguir delinear o sabor dos cafés em grande escala na qual movimentava essa nação. A minha inspiração foi compreender de fato, os milhares de brasileiros que marcaram essa história, a história de um Brasil em transformação em massa, os que deixaram suas honras, seu suor, seu trabalho entre as milhares de plantações que abancaram o teor vigorante dessa pujança.

 

“Eu simplesmente estou amando escrever sobre meu país. Existe milhares de eventos na qual deixei passar durante o colegial e estudar sobre a história dessa Nação deixou-me apaixonada.”

 

Como foi enxergar essa estória? O que ela traz ao público?

Acredito, que a cada dia nós evoluímos e descobrir o que de fato firmou essa Nação entre muitas outras em processo de administração, infraestrutura e socialismo político, cultural e econômico deixou-me quase satisfeita. Porque é difícil ser e viver o papel de um líder num país. As dificuldades são extremas, as ramificações externas geram desconforto e equilibrar tudo numa balança é se tornar um mestre. Não é fácil associar o que restou e suprir todas as necessidades de uma nação inteira danificada por mentes diferentes. Milhares de pessoas tem um diploma enquanto que outros devem estar nos campos. Alguns tem o direito, outros apenas o dever. Esse romance mostra ao público que todos tem o seu valor e que todos dependem de cada um para que possamos caminhar juntos.

 

Você tem alguma história ou curiosidade interessante para nos contar sobre o livro?

A protagonista Aiyra é uma índia descendente e profundamente me inspirei nela as minhas raízes. Sou de uma família de descendentes nativos indígenas e sei que não foi fácil até porque no início do século os meus antepassados sofriam com a depressão do país. Os imigrantes estavam surgindo e a vida estava em suspense na época da gripe que assolou em 1918. Minha avó materna e que ficou órfã tão cedo, ela fora uma guerreira, uma sobrevivente.

 

Fique à vontade para falar algo que eu não perguntei e que você gostaria de ter dito.

De alguma forma meus personagens ganham vida com o meu humor do dia a dia. Há dez anos eu criei uma rotina de escrita na qual os personagens possam ter aquela sensação de estar em cena. E, de vez em quando, quando estou bem chateada dou um jeito de eliminá-los. A segunda parte do romance terá uma pitada de magia com suspense. E na cronologia da história seguirá de 1920 a 1974. O detetive Romano entrará em ação para descobrir as mensagens que encontra nas cenas dos crimes e posteriormente será publicado num volume único.

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